sábado, 30 de junho de 2012
(Leio.Sinto.Partilho): Addicted to...
"Love is like a narcotic. At first it brings the euphoria of complete surrender. The next day, you want more. You’re not addicted yet, but you like the sensation, and you think you can still control things. You think about the person you love for two minutes, and forget them for three hours. But then you get used to that person, and you begin to be completely dependent on them. Now you think about him for three hours and forget him for two minutes. If he’s not there, you feel like an addict who can’t get a fix. And just as addicts steal and humiliate themselves to get what they need, you’re willing to do anything for love."
- Paulo Coelho, By the River Piedra I Sat Down and Wept
(Leio.Sinto.Partilho): Ms. a.k.a Miss!
"Don't ever tell anybody anything. If you do, you start missing everybody."
- J. D. Salinger, The Catcher in the Rye
- J. D. Salinger, The Catcher in the Rye
segunda-feira, 25 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
(Leio.Sinto.Partilho): "Be" vs "Seem to Be"
“Though my friends envied me because I always seemed so cheerful and confident, I was secretly terrified of practically everything.”
- Erica Jong, Fear of Flying
- Erica Jong, Fear of Flying
quinta-feira, 14 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
(Leio.Sinto.Partilho): Let's do it ! ?
"Do not wait until the conditions are perfect to begin. Beginning makes the conditions perfect."
- Alan Cohen
- Alan Cohen
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
(Leio.Sinto.Partilho): "Kiss kiss. Bang Bang"
"A kiss is a lovely trick designed by nature to stop speech when words become superfluous".
- Ingrid Bergman
- Ingrid Bergman
quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
(Escrevo): "12pm: it's MiDnight!"
"Hora de dormir. Enfim... Mais uma luta. Corpo e mente numa anárquica harmonia. Corpo cansado. Mente cansada. O corpo pede descanso. Resposta!? A mente não dá descanso. Tentativas sucedem-se. Viro-me de um lado para o outro. Insuportável! Irrequieto! Todo o som me desperta! Todo o som me põe alerta! Toda a luz são olhos postos em mim! Toda a luz me incomoda! Olhos bem abertos. Pupilas dilatadas. Hora de engolir tudo. Muita a agitação. Garrafa de água. Comprimido. Dormir? Procuro! Merecido descanso.
P.s: não me queixo das noites mal passadas, pelo menos mantenho-me vivo e vivas as histórias da minha vida noturna. Histórias escritas em curtas frases para ti que as lês e que já as sabes da frente para trás (!) e de trás para a frente (?)... Fica o desafio!"
Gonçalo Nunes
sexta-feira, 9 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
(Escrevo): Conto que não é conto (IV)
As páginas em branco que conto...
Hoje é o dia da decisão. Abortar ou terminar.
A missão mais difícil de sempre. Deste “sempre” imediato. Subtraio-me por momentos ao dia já declinante. No cume da cidade eufórica, alheio ao frenesim e à música emanante das atuações, medito. Meditação interrompida pela abrupta ordem final. Inevitável. Peço, ainda, ao tempo a solenidade possível. Hesitante, faço sem pensar aquilo que sei melhor.
Esperam-me as letras finais, ansioso de me encontrar na sua aparente desordem. Aguardam-me as palavras, sabendo que não sei se consegui.
É, então, que me sento e agarro a minha melhor caneta, apontada a uma folha em branco disposta a ser esculpida. Repito-me em ridículas frases demasiados vistas. Invento uma história já vista e contada. Descubro na minha mente frases que se fingem nunca antes imaginadas. E falseio prosas escritas por mão indecisa. Inspiração que se esfuma como o fumo que perfuma coisa nenhuma. Palavras que chegam e partem sem passaporte. A ponta fina da caneta rabisca, imprevisível, sem rumo ou direção, linhas sempre iguais.
Mais uma folha de papel que cai no chão.
Tento escrever, mas a teimosia da caneta não me permite tal acto. Por vezes, os pensamentos são mais rápidos que o tempo real e acabo por perdê-los.
Brinco com as palavras! Escrevo todas as que me dizem algo na altura e tento construir um final... mas, uma vez mais, a folha de papel teima em deleitar-se no chão.
Conseguirei alguma vez chegar a um final feliz?
Conseguirei alguma vez descrever através da escrita o imenso mar de sentimentos que habita a minha alma?
Conseguirei alguma vez encontrar as palavras certas que desnudam os meus sentidos? Ou serão sempre fantasias minhas destinadas a viver unicamente em mim?
Conseguirei alguma vez descrever através da escrita o imenso mar de sentimentos que habita a minha alma?
Conseguirei alguma vez encontrar as palavras certas que desnudam os meus sentidos? Ou serão sempre fantasias minhas destinadas a viver unicamente em mim?
É... solto mais uma folha de papel que, para não variar, acaba por se entregar no chão.
As palavras estão gastas, velhas e cansadas.
E, assim, me sento a olhar para elas.
Agastado, velho e cansado de criar banalidades, decido queimar tudo o que escrevi e entregar-lhe uma folha em branco!
Assim, ao menos, estaria certo de que seria original!
Gonçalo Nunes
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
(Escrevo): Conto que não é conto (III)
A melodia das palavras...
É cedo demais para nada, é tarde demais para tudo.
Resisto mais duas páginas.
E fez-se dia, bem antes da minha vontade.
Embalo a insónia com vícios urbanos e ocupo a mesa do canto. É aqui que escrevo. Nuvens de fumo enegrecem o papel. Bloco de notas, mais bloco que notas e a caneta emprestada.
E nada. Tantas vezes nada para dizer. E escrevo. A minha vida não a conto. Imagino, então, outras mais literárias. Personagens interessantes, em histórias que não as minhas. É a velha história, “tenho um amigo que”... é muito parecido comigo.
Apenas escrevo. Debruçado nesta mesa do café da Faculdade.
O dia madrugador despertou-me da rara apatia noturna em que estava submerso.
Agora que os primeiros bocejos de sol parecem despertar o meu sono adormecido, é hora de fechar o meu bloco de notas, devolver a caneta a não sei quem que “ma” emprestou e voltar ao mundo lá fora. A normalidade do meu ser não me permite ser de outra maneira.
Fecho o bloco e vou para a aula.
Anfiteatro. Fui ao quadro, transcrever transgredindo como mandam as regras e, sentado de novo, penso num escrito louco que me soe a palavras, a tempo, a história...
Escrevo mais uma linha no bloco que comigo caminha. Fiz pontos finais em sítios diferentes, coloquei vírgulas e acentos, retirei algumas exclamações e escrevi.
Outra folha que rasgo a cada final.
Precisava de alegrar as tristes palavras e ideias que ouvia. Gostava de escrever com música. Que houvesse uma música qualquer nas minhas palavras. Que a folha branca fosse uma pauta na qual disponho as notas, agora, palavras. Gostava que quem me lesse, ouvisse a música. Sentisse. Uma música qualquer que me ajude a continuar. Que me ensine a tocar as notas certas. A pautar, as palavras certas.
Gostava que essa música surgisse devagar, ao ritmo da escrita, na melodia da leitura. Que se instalasse de forma imperceptível. Que diluísse quem escreve, que entrasse no ouvido de quem lê.
Suave... como um gesto de ternura.
Gonçalo Nunes
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
(Leio. Sinto): it's never too late to learn! thanks (and f***) life for teaching me!
“One of the hardest things to teach a child is that the truth is more important than the consequences.”
- O. A. Battista
- O. A. Battista
(Escrevo): "Conto que não é Conto" (II)
Apenas... Palavras?
Era capaz de jurar a pés juntos que não foi mais do que um piscar de olhos entre a eternidade e o fim. Foi assim, sem mais nem menos. Escrever é a liberdade de sentir e viver os meus sonhos. Porque é assim que tudo começa. Ou acaba... Num piscar de olhos! O coração salta e não sabe o que sente. Bate e rebate, soluça, mexe, remexe, balança da esquerda para a direita e em sentido contrário, cambaleando como um relógio ancorado em mim. E eu, sozinho, nesta consulta interior.
E recomeço.
E a mão, que procura a caneta e os dedos para nela e no papel se entrelaçarem, tenta adornar escritos, frases. Não necessariamente com sentido, mas que apaguem ou afaguem a memória.
Vou desarrumando o passado e despenteando o presente e escrevo porque me apetece implodir, retalhar a construção das palavras, as frases e as pontuações, os parágrafos imensos.
Emaranho os meus sentimentos com recordações das coisas. Coisas tão minhas, coisas tão próprias, coisas da vida, com tanta vida.
E delicio-me com o silêncio. Deixo que o cansaço se esvaia no tom amarelado dos sorrisos que me rodeiam.
Assim como o silêncio é tecido de subtis sonoridades, também a escrita é tecida de luminosos silêncios. E tudo o que disser ,ou não, estará sempre em segundo plano, por mais que me esforce, ou não, por dizê-lo. Porque as palavras pouco mais são do que fracos ecos de outros ecos, de tudo o que só poderá ser dito uma e outra e, ainda, outra vez.
Escreverei sempre, mesmo que nenhuma voz se levante e aplauda. Escreverei o que sinto, o que vivo, mesmo que o significado apenas esteja dentro de mim. Escreverei até que as minhas forças não mais existam, mesmo que nada signifique para quem com os olhos passe por estas malditas palavras dentro de mim.
Malditas palavras que não me dão descanso, que de nada valem, que de nada me servem. Malditas palavras às quais estou preso. Das quais não me consigo livrar.
Maldito seja eu, preso a palavras ditas, a palavras sentidas, situações espelhadas em palavras vividas, no silêncio do meu caminho.
E, somente a Lua ficou, para me olhar distante, tentando descobrir se aguentaria uma noite mais, de solidão, de palavras.
Gonçalo Nunes
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
(Escrevo): "Conto que não é Conto" (I)
Apenas... Palavras!
“Quero palavras. Apenas palavras. Não poemas. Quero prosas, contos. De imaginação nascidos. De emoção forrados”.
Naquele dia, este fora o desafio proposto. “E agora!?”, questionei. “Agora amanha-te”, respondi. Escreve todas as palavras que te assaltarem a mente e não hesites em prendê-las no papel se sentires que te tentam fugir.
Mata todos os espaços em branco, afogando-os em rios de tinta preta até deslumbrares algumas letras confusas, boiando nas tuas folhas. Beija as tuas palavras enquanto o teu coração segura a caneta na boca.
Resolvi escrever umas letras na expectativa que se unissem e dessem algum sentido a uma frase. Esgoto-me em tentativas. Tento escrever, tento dizer. Lê-se. Aquilo que escrevo lê-se. Apenas. Naturalmente, não sou escritor.
Vai-se lendo como uma receita médica passada pelo senhor doutor de Medicina Interna, com aqueles hieróglifos ilegíveis, que nem o senhor João da farmácia entende.
Vai-se escrevendo como um anúncio de jornal, com um sorriso enorme que me atravessa a face e não como um Eça de óculo no olho direito e um bigode que se retorce enquanto lança letras e frases subtis, mas relampejantes, um verdadeiro senhor doutor das Letras.
Dores... sinto-as e já nem suspiro de tanta agonia. Não sei por onde começar, não percebo como fazer, mas aqui estou, sozinho, em frente ao computador. Perco-me por entre palavra, somente palavras.
Teclas e mais teclas que se rebaixam no conforto dos meus dedos, recriando pensamentos que surgem fortuitos no ecrã. Palavras que se escrevem e que se apagam sem deixar rasto, sem memória de terem um dia existido. Encontros e desencontros. Palavras que voltam pra serem lidas e sentidas. Folhas em branco que carregam em si a memória de páginas soltas. Palavras que por mim deslizam, concentrando-se nas pontas dos dedos ansiosos por derramar escrita de sentires, num caudal silencioso, mas pleno de emoções.
Por fim, um conjunto de palavras. Desconexas, vazias de sentido, sem direção. Não é um conto, nem sequer uma história. São, apenas traços, pinceladas. Não tenho ritmo de escrita. Não tenho tempo, nem jeito.
E eu preocupado com a falta de pontuação, as vírgulas no seu lugar. Calma... talvez ninguém leia isto.
Viro uma página.
Gonçalo Nunes
sábado, 14 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
(Leio.Sinto): And the winner is... WOODY ALLEN (once again)
“In my next life I want to live my life backwards. You start out dead and get that out of the way. Then you wake up in an old people's home feeling better every day. You get kicked out for being too healthy, go collect your pension, and then when you start work, you get a gold watch and a party on your first day. You work for 40 years until you're young enough to enjoy your retirement. You party, drink alcohol, and are generally promiscuous, then you are ready for high school. You then go to primary school, you become a kid, you play. You have no responsibilities, you become a baby until you are born. And then you spend your last 9 months floating in luxurious spa-like conditions with central heating and room service on tap, larger quarters every day and then Voila! You finish off as an orgasm!”
- Woody Allen
- Woody Allen
(Leio.Sinto): But now, now i lost you!...
“When I looked at you, my life made sense. Even the bad things made sense. They were necessary to make you possible.”
- Jonathan Safran Foer
- Jonathan Safran Foer
(Leio.Sinto): This is, almost, my self-portrait!
“I'm selfish, impatient and a little insecure. I make mistakes, I am out of control and at times hard to handle. But if you can't handle me at my worst, then you sure as hell don't deserve me at my best.”
- Marilyn Monroe
- Marilyn Monroe
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
(Leio.Sinto): ...
"Desculpa se te fiz fogo e noite
Sem pedir autorização por escrito
Ao sindicato dos deuses...
Mas não fui eu que te escolhi.
Desculpa se te usei
Como refúgio dos meus sentidos
Pedaço de silêncios perdidos
Que voltei a encontrar em ti..."
- Toranja, A Carta
Sem pedir autorização por escrito
Ao sindicato dos deuses...
Mas não fui eu que te escolhi.
Desculpa se te usei
Como refúgio dos meus sentidos
Pedaço de silêncios perdidos
Que voltei a encontrar em ti..."
- Toranja, A Carta
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
(Leio.Sinto): "Ahh, Miss Montgomery, I do have a question..."
“We should regret our mistakes and learn from them, but never carry them forward into the future with us.”
― L. M. Montgomery
― L. M. Montgomery
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
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